Conteúdo editorial da DOMUS, elaborado para orientar decisões e revisado quando informações técnicas ou práticas do mercado exigem atualização.
O problema do "site vitrine"
Muitas empresas têm um site que parece bom — visual agradável, informações corretas, fotos de qualidade. Mas os contatos não chegam. O WhatsApp não toca. O formulário fica em silêncio.
O problema geralmente não é o visual. É a falta de estrutura de conversão.
Um site que converte não é só bonito — ele é projetado para conduzir o visitante a uma ação específica. Cada elemento tem um propósito.
Os 7 elementos de um site que converte
1. Proposta de valor clara acima da dobra
A "dobra" é tudo que o visitante vê sem precisar rolar a página. Se em 5 segundos ele não entender o que você faz e por que deveria se importar, ele vai embora.
Uma proposta de valor boa responde: "O que você oferece, para quem e qual o benefício principal?"
Exemplo ruim: "Soluções inovadoras para o seu negócio"
Exemplo bom: "Sites rápidos e profissionais que geram credibilidade e atraem clientes"
2. CTA (Call-to-Action) visível e repetido
O botão de ação deve aparecer nos momentos em que o visitante já tem contexto para decidir. A quantidade depende do tamanho da página; o importante é que o texto deixe claro o que acontecerá depois do clique.
Exemplos eficientes:
- "Solicitar orçamento grátis"
- "Falar pelo WhatsApp"
- "Ver portfólio"
Evitar: "Clique aqui", "Saiba mais", "Enviar"
3. Prova social
Depoimentos, avaliações, certificações, responsáveis identificados e explicações do processo podem reduzir incertezas quando forem reais, atuais e verificáveis.
Quando não houver cases públicos, apresente escopo, método, responsabilidades, políticas e exemplos de entregáveis. Confiança também nasce da clareza sobre como o trabalho será conduzido.
4. Velocidade de carregamento
Velocidade influencia a experiência, especialmente em conexões móveis. Meça páginas reais, priorize o conteúdo principal e acompanhe métricas como LCP, INP e CLS sem tratar uma nota isolada como garantia de conversão.
5. Mobile-first
A proporção de acessos por celular varia por público e canal. O site deve funcionar bem no mobile porque esse pode ser o primeiro — e às vezes o único — contato do visitante com a empresa.
6. Hierarquia visual clara
O olho humano segue padrões. Títulos grandes, subtítulos médios, texto pequeno. Contraste entre fundo e texto. Espaçamento generoso. Um site "cheio" demais faz o visitante não saber onde olhar.
7. SEO básico
De nada adianta um site perfeito se ninguém chega nele. Título correto em cada página, meta descrição, texto alternativo nas imagens e velocidade são o mínimo para aparecer no Google.
Um exercício rápido
Abra o site da sua empresa agora e responda:
- Em 5 segundos, fica claro o que você oferece?
- Tem um CTA visível sem precisar rolar?
- O site carrega em menos de 3 segundos?
- Funciona bem no celular?
Se a resposta foi "não" para alguma dessas perguntas, existe uma hipótese de melhoria. Registre a situação atual e acompanhe cliques, formulários e contatos para verificar o efeito da mudança.
Conclusão
Conversão não é mágica. É resultado de decisões intencionais de design, conteúdo e experiência do usuário. Um site bem estruturado trabalha por você 24 horas por dia — ou não trabalha nada.
A DOMUS projeta sites com objetivos e ações principais definidos desde a estrutura inicial. Fale com a gente para avaliar o seu cenário.
